sexta-feira, 29 de setembro de 2017
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Exposição Dia Europeu das Línguas
terça-feira, 26 de setembro de 2017
domingo, 15 de janeiro de 2017
Um contemplativo não é um místico
Explica logo a seguir a sua ideia, sendo muito claro no que diz.
Un contemplativo no es un místico. Es alguien que se queda extasiado de pura atención ante una maravilla cualquiera del mundo exterior: un río, la gente que pasa tras las ventana de un café, un cuadro, un árbol, una pieza de música, la belleza de alguien, el extrarradio de una ciudad desplegándose en la ventanilla de un tren, la tipografía de un cartel, el reflejo de la calle en un escaparate, un libro.Reconheço-me no que diz, penso que sou um contemplativo de todos os dias da semana; mas já seria bom que a generalidade das pessoas o tentassem ser, no mínimo, ao domingo - por isso seria importante, por exemplo, voltar ao tempo de todo o comércio estar encerrado ao domingo (e contra mim falo, que tantas vezes faço compras nesse dia tão curioso, ao mesmo tempo, primeiro e último: é o primeiro a seguir ao tal sétimo dia em que Deus descansou da Sua obra de criação do Mundo; e é o segundo e último do fim-de-semana que a organização comercial do mesmo Mundo acabou impondo - um dia terei de procurar por aí a origem do composto nome, "fim-de-semana"...).
Quanto ao que diz sobre Eça de Queiroz, vale bem a pena tudo o que diz; e não deixo de realçar sobre o que tantas vezes acontece nas nossas vidas, e de que podemos ou não tirar partido: a circunstância de um acaso, do encontro fortuito com uma pessoa ou um livro; ou outra coisa qualquer.
Yo pasaba horas leyendo La ciudad y las sierras, estremecido por esa maestría a la vez jubilosa y ácida de Eça de Queiroz, un novelista que tiene la alegría del joven Dickens de los Pickwick Papers, la desmesura cómica de Cervantes, la agudeza quirúrgica en la observación social de Flaubert y Zola; y además una desvergüenza erótica y una irreverencia religiosa que no tiene equivalencia en el siglo XIX, y que viene más bien de los enciclopedistas y los libertinos del XVIII, de Diderot y Choderlos de Laclos, con un amor idéntico por los placeres terrenales y por la libertad de espíritu.Texto integral: http://cultura.elpais.com/cultura/2017/01/12/babelia/1484247035_988185.html?id_externo_rsoc=FB_CC
Um abraço bem cordial ao António Eça de Queiroz, que me pôs na pista deste tão agradável e interessante artigo.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Leituras partilhadas pais e filhos do 6º A - lendas!
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Sementes para um mundo mais justo
INFORMAÇÃO às turmas da EB1/JI de Perafita
sábado, 10 de dezembro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
PROJECTO CONECTANDO MUNDOS
A edição 2010-2011 do Projecto Conectando Mundos terminou no passado dia 25 de Março - Um mundo em Mudanças, um Puzzle em Construção, e um sem fim de ideias vampíricas para dar expressão!...
A interculturalidade é uma temática que deve continuar a ser desenvolvida. Quando sentimos na pele algo diferente de tudo o que somos, vivemos, sentimos… tudo se torna no mínimo estranho, temível, excitante, mas também difícil de gerir racional e emocionalmente.
Concluímos que educar para a interculturalidade, para a paz, para os sentimentos, para ouvir, para dialogar, para gerir conflitos, para a legalidade e respeito dos limites, é humano e vampiricamente complicado!
A turma 2 do 8º ano da escola EB 2,3 Rosa Ramalho em Barcelinhos, concelho de Barcelos e distrito de Braga, trabalharam com empenho nas actividades propostas em cada fase do projecto, quer na área de Formação Cívica, e ajuda em Área de Projecto, mas sobretudo em casa ao fim de semana, ligados on-line com a professora orientadora deste projecto. Pois lá teve que ser!!!...
Assim, as actividades iniciaram-se a 7 de Fevereiro e terminaram a 25 de Março. Em cada fase fomos convidados a desenvolver actividades e a reflectir sobre o contributo que podemos dar para a construção, nem que seja apenas com uma peça deste puzzle, de uma sociedade intercultural mais justa, onde o respeito e a valorização do ser humano sejam uma realidade crescente. E decidimos enfrentar este desafio! J
FASE 1
Depois deste mote, gravamos e imprimimos os questionários, e mãos à obra, dividimo-nos em grupos para pensar em quem poderíamos entrevistar que tivesse experiências de migração.
Fizemo-lo no fim-de-semana e atribuímos um nome fictício, criando um personagem real, para enviarmos pela plataforma. A nossa professora esteve on-line com cada representante de cada um dos grupos a dar-nos a sua ajuda. Foi divertido! Tivemos mesmo que escolher um avatar para os nossos personagens:
FASE 2
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Depois de lermos todas as fichas, decidimos recolher a apreciação de todos e, deste modo, democraticamente após justificação, elegermos quatro fichas correspondentes a quatro personagens. A principal justificação da nossa escolha foi seleccionar personagens com elevadas pontuações! Percebemos que era importante para posteriormente podermos jogar. Ah! As nossas quatro personagens foram todas muito votadas. Ficamos super contentes!
Seleccionamos assim os seguintes personagens, após análise das suas capacidades, das suas características e dos seus conhecimentos, e enviamos para a plataforma com a respectiva justificação: Sucksblood – EB 2,3 Rosa Ramalho (65 pontos); Pelopicopata – IS Bielo Aragon (62 pontos); Sónia – INS Mata Dipera (71 pontos); Renel – INS Mata Dipera (75 pontos). |
domingo, 3 de abril de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Projecto Conectando Mundos
Os jogos que construíram(4ª fase), vão ser entregues na Biblioteca da Escola Básica Bernardino Machado e os restantes, oferecidos às Instituiçõ
es, Joaninha e Escuteiros de Mogege.A oferta destes jogos didácticos, faz parte do projecto (5ª fase), visto terem como missão básica, sensibilizar os jogadores que neles irão colocar em prática o saber para os problemas mundiais ligados à diversidade, participação, justiça e interculturalidade.
Entre outras tarefas, os alun
os tiveram de jogar o jogo criado e transmitir os sentimentos vividos.
Aqui vai descrito o sentimento comum dos alunos do 5º A.
Ao jogarmos o no
sso jogo “Todos diferentes, todos iguais” diverti-mo-nos muito, mas basicamente consciencializar-mo-nos de que:
Todos temos os mesmos direitos;
Não devemos ser racistas, nem fazer ou fomentar guerras;
As pessoas com religiões diferentes devem ter confiança uns nos outros;
Ter culturas diferentes será uma forma de aprendizagem e saber entre pessoas;
O mundo deve pensar em ajudar aqueles que têm menos condições;
Os países mais ricos devem ajudar a criar condições de saúde, alimentar e outras condições de vida aos países menos ricos;
NOTA: Foram feitos 3 jogos. Um vai constar da Biblioteca da nossa escola, outro vai ser oferecido à instituição “Joaninha” (Instituição de solidariedade e acolhimento de crianças abandonadas) e outro à Associação de Escuteiros de Mogege (Freguesia da morada da maioria dos alunos do 5º A).
Aqui vai descrito o sentimento comum dos alunos do 5º E.
Aprendemos
Que todos temos os mesmos direitos, independentemente da cor ou religião;
Que poderemos beneficiar em conhecimentos convivendo e partilhando culturas e saberes;
Que não devemos fazer guerras, nem ser racistas;
Que devemos particip
ar em projectos de melhoria das condições de vida na comunidade; 
Que as crianças não devem ser sofrer. Nasceram para ser felizes com todas as condições próprias para sobreviver;
Que o futuro apesar de tudo, será diferente para melhor, nas nossas mentes;
Aqui vai descrito o sentimento comum dos alunos do 6º C.
A experiência que sentimos ao jogar o jogo foi aperceber-mo-nos que existem mais pessoas do que pensávamos que são vítimas de racismo, descriminação, guerras e egoísmo entre outras,
por isso, achamos que quem o jogar fica sensibilizado para os problemas da sociedade descritos atrás e a possibilidade de mudança de comportamentos. Este jogo, permite também entendermos que cada pessoa tem a sua cultura, proveniente das suas raízes de origem, e, por isso, poderá ser uma fonte de enriquecimento ao convivermos com elas. Podemos descobrir novas culturas e aprender coisas novas com pessoas de raças e culturas diferentes das nossas.
Ao longo do jogo
poderemos também descobrir e aprender coisas novas sobre a diversidade, justiça, participação, interculturalidade. Assim, quando chegamos ao fim aperceber-mo-nos se tínhamos ou não conhecimentos suficientes sobre os vários temas do jogo e um conjunto de saberes/enriquecimento. 
As fotos mostram o empenho dos alunos durante o cumprimento das tarefas propostas.
Núcleo de Educação Ambiental


