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quarta-feira, 1 de junho de 2011

PROJECTO CONECTANDO MUNDOS

A edição 2010-2011 do Projecto Conectando Mundos terminou no passado dia 25 de Março - Um mundo em Mudanças, um Puzzle em Construção, e um sem fim de ideias vampíricas para dar expressão!...

A interculturalidade é uma temática que deve continuar a ser desenvolvida. Quando sentimos na pele algo diferente de tudo o que somos, vivemos, sentimos… tudo se torna no mínimo estranho, temível, excitante, mas também difícil de gerir racional e emocionalmente.

Concluímos que educar para a interculturalidade, para a paz, para os sentimentos, para ouvir, para dialogar, para gerir conflitos, para a legalidade e respeito dos limites, é humano e vampiricamente complicado!

A turma 2 do 8º ano da escola EB 2,3 Rosa Ramalho em Barcelinhos, concelho de Barcelos e distrito de Braga, trabalharam com empenho nas actividades propostas em cada fase do projecto, quer na área de Formação Cívica, e ajuda em Área de Projecto, mas sobretudo em casa ao fim de semana, ligados on-line com a professora orientadora deste projecto. Pois lá teve que ser!!!...

Assim, as actividades iniciaram-se a 7 de Fevereiro e terminaram a 25 de Março. Em cada fase fomos convidados a desenvolver actividades e a reflectir sobre o contributo que podemos dar para a construção, nem que seja apenas com uma peça deste puzzle, de uma sociedade intercultural mais justa, onde o respeito e a valorização do ser humano sejam uma realidade crescente. E decidimos enfrentar este desafio! J

FASE 1

Depois deste mote, gravamos e imprimimos os questionários, e mãos à obra, dividimo-nos em grupos para pensar em quem poderíamos entrevistar que tivesse experiências de migração.

Fizemo-lo no fim-de-semana e atribuímos um nome fictício, criando um personagem real, para enviarmos pela plataforma. A nossa professora esteve on-line com cada representante de cada um dos grupos a dar-nos a sua ajuda. Foi divertido! Tivemos mesmo que escolher um avatar para os nossos personagens:

FASE 2

Depois de lermos todas as fichas, decidimos recolher a apreciação de todos e, deste modo, democraticamente após justificação, elegermos quatro fichas correspondentes a quatro personagens. A principal justificação da nossa escolha foi seleccionar personagens com elevadas pontuações! Percebemos que era importante para posteriormente podermos jogar. Ah! As nossas quatro personagens foram todas muito votadas. Ficamos super contentes!

Seleccionamos assim os seguintes personagens, após análise das suas capacidades, das suas características e dos seus conhecimentos, e enviamos para a plataforma com a respectiva justificação:

Sucksblood – EB 2,3 Rosa Ramalho (65 pontos);

Pelopicopata – IS Bielo Aragon (62 pontos);

Sónia – INS Mata Dipera (71 pontos);

Renel – INS Mata Dipera (75 pontos).


quarta-feira, 30 de março de 2011

quinta-feira, 24 de março de 2011

Projecto Conectando Mundos

Terminou no passado Domingo, dia 20 de Março a 4ª fase do Projecto Conectando Mundos (iniciou-se em 7 de Fevereiro). Os alunos do 5º A, 5º E e 6º C (únicas turmas inscritas), da Escola Básica Bernardino Machado em Joane, concelho de Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga, trabalharam intensamente para conseguir cumprir todas a tarefas que se propuseram aquando da inscrição no projecto. Ainda para complicar, estas tarefas foram em simultâneo com as tarefas previstas durante o desenvolvimento da unidade de Carnaval, na disciplina de Educação Visual e Tecnológica (disciplina onde se cumpriram as tarefas ligadas ao projecto), daí o trabalho acumulado como TPC. Aqui, declaro o elogio, para aqueles alunos que se manifestaram durante as fases com produção mais intensa.
Os jogos que construíram(4ª fase), vão ser entregues na Biblioteca da Escola Básica Bernardino Machado e os restantes, oferecidos às Instituições, Joaninha e Escuteiros de Mogege.
A oferta destes jogos didácticos, faz parte do projecto (5ª fase), visto terem como missão básica, sensibilizar os jogadores que neles irão colocar em prática o saber para os problemas mundiais ligados à diversidade, participação, justiça e interculturalidade.
Entre outras tarefas, os alunos tiveram de jogar o jogo criado e transmitir os sentimentos vividos.

Aqui vai descrito o sentimento comum dos alunos do 5º A.

Ao jogarmos o nosso jogo “Todos diferentes, todos iguais” diverti-mo-nos muito, mas basicamente consciencializar-mo-nos de que:

Todos temos os mesmos direitos;

Não devemos ser racistas, nem fazer ou fomentar guerras;

As pessoas com religiões diferentes devem ter confiança uns nos outros;

Ter culturas diferentes será uma forma de aprendizagem e saber entre pessoas;

O mundo deve pensar em ajudar aqueles que têm menos condições;

Os países mais ricos devem ajudar a criar condições de saúde, alimentar e outras condições de vida aos países menos ricos;

NOTA: Foram feitos 3 jogos. Um vai constar da Biblioteca da nossa escola, outro vai ser oferecido à instituição “Joaninha” (Instituição de solidariedade e acolhimento de crianças abandonadas) e outro à Associação de Escuteiros de Mogege (Freguesia da morada da maioria dos alunos do 5º A).


Aqui vai descrito o sentimento comum dos alunos do 5º E.

Aprendemos

Que todos temos os mesmos direitos, independentemente da cor ou religião;

Que poderemos beneficiar em conhecimentos convivendo e partilhando culturas e saberes;

Que não devemos fazer guerras, nem ser racistas;

Que devemos participar em projectos de melhoria das condições de vida na comunidade;

Que as crianças não devem ser sofrer. Nasceram para ser felizes com todas as condições próprias para sobreviver;

Que o futuro apesar de tudo, será diferente para melhor, nas nossas mentes;


Aqui vai descrito o sentimento comum dos alunos do 6º C.


“O Jogo jogado”

A experiência que sentimos ao jogar o jogo foi aperceber-mo-nos que existem mais pessoas do que pensávamos que são vítimas de racismo, descriminação, guerras e egoísmo entre outras,
por isso, achamos que quem o jogar fica sensibilizado para os problemas da sociedade descritos atrás e a possibilidade de mudança de comportamentos. Este jogo, permite também entendermos que cada pessoa tem a sua cultura, proveniente das suas raízes de origem, e, por isso, poderá ser uma fonte de enriquecimento ao convivermos com elas. Podemos descobrir novas culturas e aprender coisas novas com pessoas de raças e culturas diferentes das nossas.
Ao longo do jogo poderemos também descobrir e aprender coisas novas sobre a diversidade, justiça, participação, interculturalidade. Assim, quando chegamos ao fim aperceber-mo-nos se tínhamos ou não conhecimentos suficientes sobre os vários temas do jogo e um conjunto de saberes/enriquecimento.




As fotos mostram o empenho dos alunos durante o cumprimento das tarefas propostas.




Núcleo de Educação Ambiental