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terça-feira, 19 de maio de 2009

Palestra Desenvolvimento Sustentável

No dia 5 de Maio, os alunos do 10º I da Escola Secundária Manuel Cargaleiro convidaram os pais para a mostra de trabalhos realizados no âmbito do projecto conectando mundos.

Para promover uma mobilidade sustentável, desafiaram os pais a utilizar os transportes públicos pelo menos uma vez por semana, para começar. Pelos resultados dos questionários, chegaram à conclusão que ainda é preciso muito para mudar os nossos hábitos.
Com os trabalhos desenvolvidos contribuíram para que o lema da sua campanha Faz com que o Planeta seja para sempre...Um adolescente não seja apenas uma frase.

Fátima Veríssimo (Professora de Geografia)

Edgar Morin defende "reforma radical" no ensino para acabar com "hiperespecialização"

O filósofo e sociólogo francês Edgar Morin defende uma "reforma radical" do modelo de ensino nas universidades e escolas, salientando a necessidade de passar da actual 'hiperespecialização' para uma aprendizagem que "integre as várias áreas do conhecimento".

Edgar Morin, considerado um dos maiores pensadores vivos, defende que apenas com esta mudança de paradigma no ensino as pessoas serão "capazes de compreender e enfrentar os problemas fundamentais da humanidade, cada vez mais complexos e globais".

Em entrevista à Lusa antes da sua vinda a Lisboa para participar num colóquio promovido sexta-feira pelo Instituto Piaget sobre os problemas estruturais dos actuais modelos de ensino, o filósofo francês considera que o modelo actual leva a "negligenciar a formação integral e não prepara os alunos para mais tarde enfrentarem o imprevisto e a mudança". "Temos a necessidade de reformar radicalmente o actual modelo de ensino nas universidades e escolas secundárias. Porquê? Porque actualmente o conhecimento está desintegrado em fragmentos disjuntos no interior das disciplinas, que não estão interligadas entre si e entre as quais não existe diálogo", sublinha.


"Cursos de conhecimento sobre o próprio conhecimento"

O filósofo, de 88 anos, critica, por exemplo, que nas escolas e universidades "não exista um ensino sobre o próprio saber", ou seja, sobre "os enganos, ilusões e erros que partem do próprio conhecimento", defendendo a necessidade de criar "cursos de conhecimento sobre o próprio conhecimento".

O autor de "Os Sete saberes para a Educação do Futuro, Educar para a Era Planetária" lamenta, igualmente, que a "condição humana está totalmente ausente" do ensino: "Perguntas como 'o que significa ser humano?' não são ensinadas", critica.

Por outro lado, Morin acredita que a "excessiva especialização" no ensino e nas profissões produz "um conhecimento incapaz de gerar uma visão global da realidade", uma 'inteligência cega'".

"Conhecer apenas fragmentos desagregados da realidade faz de nós cegos e impede-nos de enfrentar e compreender problemas fundamentais do nosso mundo enquanto humanos e cidadãos, e isto é uma ameaça para a nossa sobrevivência", defende.

"O que proponho é fornecer [aos alunos] as ferramentas de conhecimento para serem capazes de ligar os saberes dispersos", explica.

Sobre a escolha de área que os alunos portugueses têm de fazer no 10º ano, Edgar Morin é peremptório: "Não concordo. Antes de escolherem uma especialização, todos deveriam ter, durante um ou dois anos, cadeiras comuns de cultura geral", em que "devem ser abordados problemas fundamentais do conhecimento, da racionalidade, simplicidade, complexidade e os problemas fundamentais da civilização actual", precisa. "Só depois de aprenderem a desenvolver as capacidades mentais para atacar os problemas gerais é que deveriam poder escolher o que querem seguir".

Isto porque, garante Morin, "está demonstrado que a capacidade de tratar bem os problemas gerais favorece a resolução de problemas específicos", lembrando que a maioria dos grandes cientistas do século XX, como Einstein ou Eisenberg, "além de especialistas, tinham uma grande cultura filosófica e literária".

"Um bom cientista é alguém que procura ideias de outros campos do conhecimento para fecundar a sua disciplina", afirma, sublinhando que "todos os grandes descobrimentos se fazem nas fronteiras das disciplinas".

Garante também que "apesar de em muitas universidades norte-americanas existir maior flexibilidade no que toca ao modelo ensino", nos Estados Unidos existe o "mesmo problema que na Europa".

17.05.2009 - Simon Kamm, Agência Lusa

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Conectando Mundos no "Challenges 2009"

Comunicação sobre o papel das TIC no projecto de dimensão internacional “Conectando Mundos” apresentado na Challenges 2009 - VI Conferência Internacional de TIC na Educação que decorreu no dia 14 e 15 de Maio na Universidade do Minho, em Braga.

O projecto “Conectando Mundos” tem como suporte um espaço virtual, como meio facilitador da comunicação e colaboração entre os alunos de vários países da Europa, África e América do Sul.

Este artigo apresentou uma breve reflexão sobre as possibilidades que um projecto colaborativo e de partilha, de dimensão internacional, pode fomentar nos processos de ensino e aprendizagem dos alunos, de modo a que desenvolvam competências tecnológicas, temáticas e sociais.

Inclui uma breve análise sobre as implicações face ao aluno em torno de quatro conceitos: comunicação, colaboração, construção e competição.

Faz também referências à escola e à disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação, que neste caso, dinamizou o projecto na escola.

Integra ainda um breve enquadramento conceptual de comunidades de aprendizagem e também sobre as interacções provocadas pela integração das TIC na sala de aula.

Apresentação utilizada

domingo, 17 de maio de 2009

Preocupações de Nuvens - as nossas amigas

Num dia pleno de alegria, com céu azul clarinho, encontraram-se lá na atmosfera, duas nuvens. Uma manifestava a sua alegria e felicidade, mas a outra sentia-se triste e cheia de produtos poluidores, bem malcheirosos e pesados.
A nuvem alegre decidiu meter conversa com a outra nuvem cheia de poluição, para saber o que lhe tinha acontecido.
- Por que estás triste e tão suja, malcheirosa e poluída?
- Isto é tudo culpa das fábricas, dos carros, das motas; fazem tanto mal ao ar onde andamos que algumas de nós acabam por ficar bem negras e poluídas. Tu é que tens muita sorte em não ficar como eu - respondeu a nuvem negra, amargurada.
- Mas aqui nas nossas terras não há fábricas, nem muitos carros e motas. Seria impossível tu ou eu ficarmos com esse aspecto e esse cheiro!...
- Claro, aqui não há, mas nas grandes cidades como Lisboa, Paris, Porto e outras do nosso Planeta, existe tudo o que há de mau para o ambiente. O pior é que ninguém arranja uma solução para este estado de coisas.
- Bem, deve haver alguma solução para acabar com esta praga, este malefício para todos - dizia a nuvem branquinha.
- Com toda a certeza que sim, mas ninguém quer saber de nada! - lamentava-se a nuvem negra.
- E que achas de irmos falar com o meu avô? Ele já esteve envolvido numa situação destas e acabou por arranjar uma solução. Ele é o mais esperto de todas as nuvens.
- Vamos, ao menos vai dar-nos algum conselho. Isso até é bom para nós aprendermos - concordou a nuvem poluída.
Então correram ambas à procura do avô da nuvem saudável.
- Olá, avô! Esta é a minha nova amiga. Ela está toda poluída, muito triste, sem vontade de viver, de se mexer... Viemos ter contigo para que nos possas dar uma juda. Sempre és mais experiente!
- Deixa-me cá pensar! Eu acho que tenho uma sugestão a fazer. Podíamos ir falar com a Fada Nuvem. Ela vai ajudar-nos com tudo o que for necessário. Tenho a certeza absoluta.
E lá foram todos ter com a Fada Nuvem, muito respeitada por todos os que se movem na atmosfera e que vai vigiando a Terra. Quando aí chegaram, contaram-lhe tudo o que se estava a passar. Ela ouviu atentamente e disse:
- Claro que eu vou ajudar. Nem tenham dúvidas - afirmou ela com toda a convicção.
Pegou na sua varinha mágica, deu uma volta ao mundo e, de repente, toda a neblina de poluição que envolvia a maior parte do nosso Planeta, desapareceu. A nossa nuvem poluída transformou-se numa nuvem bem branquinha, fofa e bem formosa, de tal modo que todas as pessoas começaram a admirá-la, a observá-la e sem saberem como explicar aquela transformação repentina. Era mesmo um fenómeno!
Quem dera que na realidade tudo isto acontecesse!... Mas temos de começar nós a tarefa de não provocar o lixo que vai formar nuvens ou partículas causadoras do mal-estar de todos nós e leve à extinção da vida no nosso Planeta. Nem as fadas nos podem valer!

Diana Scerban - nº 9 - 5º 10 - E. B. 2, 3 de Lamego
Professora responsável - Isilda Lourenço Afonso

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Encontros Regionais!

Tenho o prazer de vos anunciar que, neste momento, temos confirmados os seguintes Encontros Regionais:
  • Encontro Regional de Santarém - 27 de Maio, Abrantes
  • Encontro Regional de Viseu - 13 de Junho, Lamego
  • Encontro Insular (Madeira e Açores) - 22 de Junho, Porto Moniz
Todos os professores e professoras participantes na proposta educativa Conectando Mundos estão convidados a participar. Basta apenas o referirem num comentário a esta mensagem!

Muitos parabéns a todos aqueles que se empenharam para que estes Encontros fossem possíveis. Muitos parabéns também aos que tentaram, mas por diversas razões não conseguiram viabilizar este momento de partilha a nível regional.

O próximo ano lectivo trará mais possibilidades e oportunidades!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Campanha Escola Secundária Monserrate


A guerra não é um brinquedo

A Amnistia Internacional Portugal no âmbito da campanha "Controlar as Armas", está a desenvolver um projecto denominado "A Guerra não é um Brinquedo".

Este projecto é dirigido a todas as escolas básicas e jardins-de-infância e pretende sensibilizar as crianças e os pais para o perigo da violência armada.

Partindo do conceito de que os brinquedos desempenham um papel importante no desenvolvimento e construção da personalidade das crianças, este projecto incentiva o envolvimento das crianças e suas famílias através da participação na construção de uma escultura pela Paz, elaborada a partir de brinquedos de carácter bélico, entregues pelos alunos nas escolas aderentes.


Esta iniciativa conta com a colaboração da artista Joana Vasconcelos que construirá a escultura e fará a sua apresentação pública no dia 10 de Dezembro de 2009 – Dia dos Direitos Humanos.

No dia 21 de Setembro haverá lugar a um evento público em Lisboa para efectuar uma entrega simbólica de alguns dos brinquedos à escultora Joana Vasconcelos, no qual os alunos interessados podem participar. No entanto, os brinquedos devem ser entregues nas escolas aderentes até ao final do ano lectivo.

Podem consultar o projecto integral em http://tinyurl.com/chfwuj.